segunda-feira, 24 de agosto de 2009

ANÁLISE CRÍTICA – MEMÓRIAS PÓSTUMAS DE BRÁS CUBAS
(MACHADO DE ASSIS)

Memórias Póstumas de Brás Cubas de Machado de Assis, publicado em 1881, aborda as experiências de um filho abastado da elite brasileira do século XIX, Brás Cubas. Começa pela sua morte, descreve a cena do enterro, dos delírios antes de morrer, até retornar a sua infância, quando a narrativa segue de forma mais ou menos linear – interrompida apenas por comentários digressivos do narrador.
Nesse contexto, Machado alia nesse romance profundidade e sutileza, expondo muitos problemas de nossa sociedade que existem até hoje. Daí o prazer da leitura e a importância de seu texto, pois atualiza, de forma irônica, os processos em que nosso país foi formado, suas contradições e os desmandos que ainda estão presentes.
A IMPORTÂNCIA DO ATO DE LER – PAULO FREIRE

Constitui-se em uma palestra sobre a importância do ato de ler em uma comunicação sobre as relações da biblioteca popular com a alfabetização de adultos e em um artigo que expõe a experiência de alfabetização de adultos desenvolvida pelo autor e sua equipe em São Tomé e Príncipe. Onde é trabalhada a leitura, discutindo sua experiência, explicitando a compreensão crítica da alfabetização e do papel de uma biblioteca popular relatando e documentando suas experiências de alfabetização e de educação política que Paulo freire produz sua obra, pensando e repensando sua própria vivência pessoal.
Dessa forma, a leitura de tal livro nos proporciona uma riquíssima experiência de Paulo Freire, e isso, aborda questões fundamentais que necessitávamos conhecer como a atuação da biblioteca popular, onde nesse sentido, tem algo a ver com uma política cultural, pois incentiva a compreensão crítica do que é a palavra escrita, a linguagem, as suas relações com o contexto, para que o povo participe ativamente das mudanças constantes da sociedade.
Portanto, a obra contribui muito para a melhoria da docência daqueles que já estão envolvidos no processo ensino-aprendizagem e está indicada para profissionais da educação, e para nós futuros educadores, assim como para toda sociedade, ressaltando que só conseguimos as transformações sociais almejadas através de uma educação que estimule a colaboração, que dê valor à ajuda mútua, que desenvolva o espírito crítico e a criatividade: uma educação que incentive o educando unindo a prática e a teoria, com uma política educacional condizente com os interesses do nosso povo e dos nossos interesses educacionais.
texto distribuido na oficina
Floresça
No princípio da vida todos são iniciados como sementes…
Quando o primeiro broto surge,
o Mundo é apresentado a ele…
e muitas vezes os brotos se perguntam:
“Como brotei?”
Outros nem sequer se dão conta.
Vivencie o broto do momento…
Flua nesse brotar…
Cultive com amor o seu território,
não deixe as ervas daninhas,
construídas de sua própria ilusão,
interferirem no seu crescimento…
Vivencie este crescimento…
Assim você será uma bonita árvorecheia de sabedoria e amor a oferecer…
Sinta a necessidade do coraçãoe vá em frente escalando a divindade do seu Ser…
Acredite, o supremo mora em vc…
Brote!
Cresça!
Sinta se vc está crescendo no caminho certo,
identifique, faça o movimento verdadeiro para que sua árvore não mingue.
Florescer na vida é florescer no hoje,
no agora e no amanhã!
Floresça a sua vida,
simplesmente floresça!

sábado, 18 de julho de 2009

Gestão Democrática na Escola: Artes e ofícios da participação coletiva - Dinair Leal da Hora

Em seu livro, Dinair relata a percepção que obteve no estudo de uma escola onde mostrou que a prática da gestão participativa ali desenvolvida traz para o processo educacional ganhos fundamentais em termos pedagógicos, demonstrando uma possibilidade concreta para a democratização do ensino, na medida em que envolve a comunidade no processo político de educar seus filhos, a si próprio e ao meio em que vive, estimulando os alunos, pais, professores e funcionários a adotarem atitudes políticas livres e responsáveis.
Portanto, essa obra, riquíssima em conhecimentos sobre gestão, está indicada a todos os profissionais da educação, pois, auxilia de forma significativa na formação de gestores críticos e atuantes na escola, construindo assim uma educação participativa e construtivista afim de que possamos construir uma nova educação com novos paradigmas e horizontes, e que baseado na pesquisa da autora, possamos seguir esse exemplo e colocarmos na prática tudo aquilo em que debatemos na teoria, quer seja na área de gestão como na de ensino.

quarta-feira, 15 de julho de 2009




TEXTO DISTRIBUIDO NA OFICINA

Conquistas
Acredite em si mesmo

Viva os momentos como se fossem únicos

Saboreie os segundos como se fosse perdê-los

Desfrute o sol que brilha inigualável...

Busque seus sonhos

Você pode estar aonde não idealizou

Tudo é mutante e mutável

Corra atrás da estrela cadente

Alcance o lua no infinito céu...

Abrace

Beije

Apaixone

Ame.

Queira ir além do possível

Tanja o universo maior, ultrapasse

Apalpe as nuvens no esplendor do céu

Derrame sorrisos no espaço laço...

Desperte desta noite insone e nebulosa

Açambarque os atalhos e encruzilhadas

Transforme em estrada reta, curvas sinuosas

Faça brilhar a luz no final do túnel...

Acredite

Siga

Sorria

Viva.

Fale

Grite

Busque

Conquiste.

Queira o total indivisível

Seja comunhão universal

Veja a arte praticada

Persiga,.

A felicidade é construída..

TEXTO DISTRIBUIDO NA OFICINA

sexta-feira, 3 de julho de 2009

APRECIAÇÃO CRÍTICA – CAPITÃES DE AREIA (JORGE AMADO)

Os Capitães da Areia é um grupo de meninos de rua. O livro é dividido em três partes. Este livro foi escrito na primeira fase da carreira de Jorge Amado, e nota-se grandes preocupações sociais. As autoridades e o clero são sempre retratados como opressores, cruéis e responsáveis pelos males. Os Capitães da Areia são tachados como os heróis da história. Desse modo, ao longo da leitura da obra, pode-se observar as preocupações sociais dominam, mas os problemas existenciais dos garotos os transforma em personagens únicos e corajosos, corajosos Capitães de Areia de Salvador